Em uma análise técnica exclusiva, Jake Boxall-Legge da Autosport visitou recentemente a sede da Williams Formula 1 para explorar as significativas mudanças aerodinâmicas esperadas para a temporada de 2026, ao lado do aerodinamicista chefe da Williams, Juan Molina.
O campeonato de Fórmula 1 está prestes a abandonar os túneis Venturi de efeito solo, introduzindo uma nova era definida por perfis de carros mais curtos e estreitos e um retorno aos assoalhos planos.
As equipes estão atualmente enfrentando o desafio de se adaptar a uma considerável redução na downforce e de dominar o intrincado processo de ‘inwashing’ da esteira dos pneus, projetado para promover corridas mais próximas. Molina também detalhou as implicações da transição do DRS tradicional para a inovadora aerodinâmica ativa de ‘modo reto’.
Com as asas dianteira e traseira agora operando em conjunto para otimizar a downforce em curvas e o baixo arrasto em retas, o cenário de desenvolvimento competitivo se transformou.
Desde o potencial ressurgimento de configurações de carro com ‘high-rake’ até o intrigante conceito da asa invertida da Ferrari, esta discussão oferece um panorama abrangente dos compromissos e ideias inovadoras que surgem para o grid da Fórmula 1 de 2026.
