A Juventus exibe uma eficácia ofensiva distribuída, com a equipe marcando, criando oportunidades e envolvendo ativamente vários jogadores na fase de ataque. No entanto, a verdadeira questão crítica não reside no setor ofensivo em si, mas sim na ausência de um atacante prolífico, um verdadeiro ‘goleador’ capaz de atingir regularmente os dois dígitos em gols.
