L’ancienne internationale française Jessica Houara d’Hommeaux a vivement critiqué la campagne de communication de la Fédération française de football (FFF) intitulée “Libres de jouer”, lancée à l’occasion de la présentation des nouveaux maillots de l’équipe de France. Pour Houara d’Hommeaux, cette affirmation est trompeuse. Âgée de 38 ans et forte de 64 sélections, l’ex-joueuse du PSG et de Lyon a déclaré sur X (anciennement Twitter) que “NON, nous ne sommes pas toutes libres de jouer” en France.
Son commentaire fait clairement allusion à la décision de la FFF, datant de 2024, d’interdire le port du voile ou de toute autre tenue manifestant “ostensiblement une appartenance politique, philosophique, religieuse ou syndicale” lors des compétitions. Jessica Houara d’Hommeaux, qui a elle-même choisi de porter le voile après sa carrière, s’est toujours farouchement opposée à cette mesure. En juin 2024, elle confiait à L’Équipe sa consternation : “C’est vraiment compliqué de pousser des joueuses à partir parce qu’elles ont juste un voile sur la tête.”
Elle souligne le contraste avec d’autres pays, comme l’Angleterre, où le port du voile ou du hijab ne constitue pas un obstacle au jeu. “J’étais à la FIFA avec d’anciennes joueuses étrangères. Elles étaient toutes choquées qu’on ne puisse pas jouer avec un hijab en France,” a-t-elle ajouté, réfutant l’argument de la sécurité avancé par certains responsables de la FFF. Depuis 2025, Jessica Houara d’Hommeaux participe d’ailleurs au Players’ Voice Panel de la FIFA, un comité de 16 anciens athlètes engagés dans la lutte contre le racisme, ce qui renforce la portée de ses prises de position.
“Não, nem todas somos livres para jogar”: A ex-internacional francesa Jessica Houara critica a comunicação da FFF
A ex-internacional francesa Jessica Houara d’Hommeaux criticou veementemente a campanha de comunicação da Federação Francesa de Futebol (FFF), intitulada “Libres de jouer” (Livres para jogar), lançada por ocasião da apresentação dos novos equipamentos da seleção francesa. Para Houara d’Hommeaux, esta afirmação é enganosa. Com 38 anos e 64 internacionalizações, a ex-jogadora do PSG e do Lyon declarou no X (anteriormente Twitter) que “NÃO, nem todas somos livres para jogar” em França.
O seu comentário alude claramente à decisão da FFF, de 2024, de proibir o uso do véu ou de qualquer outra vestimenta que manifeste “ostensivamente uma pertença política, filosófica, religiosa ou sindical” durante as competições. Jessica Houara d’Hommeaux, que ela própria escolheu usar o véu após a sua carreira, sempre se opôs veementemente a esta medida. Em junho de 2024, ela expressou a sua consternação ao L’Équipe: “É realmente complicado obrigar jogadoras a sair porque elas apenas usam um véu na cabeça.”
Ela destaca o contraste com outros países, como a Inglaterra, onde o uso do véu ou hijab não constitui um obstáculo para jogar. “Estive na FIFA com ex-jogadoras estrangeiras. Todas ficaram chocadas por não se poder jogar com um hijab em França”, acrescentou, refutando o argumento de segurança avançado por alguns responsáveis da FFF. Desde 2025, Jessica Houara d’Hommeaux integra o Players’ Voice Panel da FIFA, um comité de 16 ex-atletas empenhados na luta contra o racismo, o que reforça o alcance das suas posições.
