Um promotor público, Yashar G., teria atuado como toupeira para a máfia da droga, um fato que a organização criminosa aparentemente celebrava. Um contrabandista teria se gabado que uma dica de Yashar G. valia 100.000 euros. O funcionário é acusado de alertar sobre escutas, vazar documentos confidenciais e oferecer ativamente seus serviços aos criminosos. A questão que permanece é: Por que ele não foi parado antes?
